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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Saúde

Na Quarta-feira de Cinzas é iniciada a Campanha da Fraternidade, que nesse ano abordará o tema “Fraternidade e Saúde Pública” e o lema será “Que a saúde se difunda sobre a terra”.

O tema veio em boa hora, já que estamos vivendo um colapso no sistema de saúde, tanto público como o privado. A coisa está tão grave que até Secretário de Ministério está morrendo por falta de atendimento.

Os hospitais públicos ainda continuam a mesma coisa de sempre. São corredores lotados, pessoas morrendo por falta de atendimento, falta de médicos, falta de estrutura entre outras faltas. Isso já é até "comum" para o SUS (o que não era para ser). Porém o que assusta é que os hospitais privados estão a faltar com estrutura, e um exemplo é o Hospital Vila Velha, próximo ao Terminal de Vila Velha. Se você não for ao horário da manhã (antes das 8) se prepare para perder a tarde. Já fiquei esperando por uma consulta por 2hrs ou mais.

Pelo menos no hospital particular você será atendido, cedo ou tarde, mas será, já quem depende do SUS não tem a mesma certeza, e mesmo se consegui, não terá conforto necessário.

Vergonha! [2]

Imagem auto explicativa.

Carnaval


Hoje, terça-feira de carnaval, e a crítica vai justo para essa bagunça, que chamam de festa. Todo ano é a mesma coisa: blocos de rua, desfiles das escolas de samba e etc etc etc. São 4 dias, se você é deputado ou senador são 7, de feriado em que tudo é permitido, tudo mesmo, já que é bebado de um lado, drogados do outro, uma bagunça total.

Nos sambódromos a bagunça continua e nesse período é permitido mulher pelada nas TVs em pleno horário nobre, é muita apelação desnecessária. Mas o pior nem é isso, e sim o dinheiro PÚBLICO gasto nos desfiles. É inadmissível um país com tanta desigualdade os estados se darem ao luxo de gastar o nosso dinheiro com besteira. Além do grana suja que rola nas escolas de samba, de vez em quando sai por ai que integrantes da escola X foi preso com envolvimento no jogo do bicho e outras fraudes. Os desfiles podiam continuar sem aquelas apelações e sem dinheiro público.

Deveria ser primeiro as prioridades e depois o luxo. Porém aqui no Brasil vem primeiro o luxo e depois as prioridades, ou as vezes só o luxo mesmo.

domingo, 22 de janeiro de 2012

A Moradia também faz parte das necessidades básicas dos direitos dos trabalhadores urbanos e rurais

Declaração Universal dos Direitos Humanos 
         “(...) toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e à sua
família saúde e bem-estar, inclusive alimentação, vestuário, moradia, cuidados médicos e os
serviços sociais indispensáveis (...)” Art.25,§ 1°

A Constituição Federal do Brasil trata o direito à moradia da seguinte
forma:

  • estabelece que é dever do Estado, nas suas 3 esferas, promover programas de construção de moradias e melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico (Art. 23, parágrafo IX).
  •  A Moradia também faz parte das necessidades básicas dos direitos dos trabalhadores urbanos e rurais,
(fonte: http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/CF88SetoriaisUrbanas.pdf)

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Moradores de área invadida são levados para abrigo improvisado

"O G1 esteve nos dois galpões, improvisados e com chão de terra batida, onde muitos desses moradores foram acomodados sem colchões, cobertores e estrutura de banheiros para a higiene."

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Blablabla

 *Peguei esse texto do blog http://greveeguerra.blogspot.com/, postado por manouchk.*

Como diz o ex-presidente Lula. "Greve é Guerra, não férias". Falou isso em junho. Depois a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, repetiu "greve não é férias". Além disso, a ministra disse que a questão dentro do governo é a preocupação com limitações salariais.

Blablabla.

As preocupações deles são tantas que os deputados aumentaram o salário deles de 62% antes de mais nada.O aumento da própria ministra foi de 148,63%! Nada mais do que 10 vezes mais do que os professores dos Institutos Federais estão pedindo! O vencimento do presidente da república aumento de 133,96%...

BRICADEIRA! Eles não tem nenhuma preocupação com limitações salariais.

E agora acharam o dinheiro perdido! 25,6 bilhões de reais amais para 2012... Isso é sério?

domingo, 16 de outubro de 2011

O Poder do Povo

Espírito Santo
Manifestação dos estudantes contra o aumento das tarifas do sistema Transcol.Julho/2005

Manisfestação contra o sistema Transcol. Junho/2011

Brasil
Manifestações contra o aumentos das tarifas de transporte coletivo em várias cidades brasileiras.

Em greve a quase 80 dias, alunos e professores de todo Brasil reunidos para ato em Brasília.





Cerca de 30.000 pessoas participaram da Marcha Contra a Corrupção, em Brasília.

Mundo
Os estudantes chilenos protestaram uma vez mais contra as tentativas do governo de privatizar a educação superior.

Centenas de pessoas ocuparam o coração da finança norte-americana e exigiram mais democracia e menos ganância financeira. Depois de Atenas, Madrid, Lisboa e Telavive, a acampada chegou a Wall Street.

Protesto dos indignados em Paris no feriado de 14 de Julho de 2011 contra o governo de Sarkozy, a política partidária, o FMI, a crise na Europa, em favor de uma democracia real.

O confronto se deu após a aprovação no parlamento do pacote de "austeridade" imposto pelo FMI e a União Europeia, frente à grave crise que assola o país

“Poder, poder, poder para o povo. E o poder do povo, vai fazer um mundo novo!”.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Acorda, Brasil!


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Afinal, um país em que pessoas vão a aéroporto xingar jogador merece isso.
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Uma imagem vale mais do que mil palavras.
*As imagens foram tiradas de um e-mail que recebi*

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Protesto Brasília

No dia 04 de Outubro de 2011, alunos, professores e técnico-administrativos dos Institutos Federais de todo o Brasil foram até a capital protestar, já que o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, de Miriam Belchior, se recusa a negociar com a categoria. O protesto terminou com o bloqueio da avenida em frente ao Palácio do Planalto.

A ida
Saíram três ônibus do Espírito Santo, foram cerca de 120 pessoas entre alunos e professores do IFES. A caravana foi divida em campi do Norte, Campus Vitória e Serra, e Aracruz e Cariacica. Fui na última.

A caravana Vitória-Serra e Aracruz-Cariacica sairia da Praça dos Namorados às 7h 30min, mas os ônibus atrasaram. Depois de 2h esperando um dos ônibus chega, não era o da minha caravana. Mesmo assim todos embarcaram até a garagem da empresa em Itacibá onde as caravanas se dividiram e seguiram em seus respectivos ônibus. Esse seria o primeiro e menor dos problemas que enfrentaríamos.

A viagem foi tranquila até uma cidadezinha de Minas Gerais, onde um aluno de Aracruz passou mal e foi levado a um hospital. Ficamos 1h e 30 min esperando ele retornar. Seguimos viagem e na BR-040, na altura de Belo Horizonte, um acidente aconteceu e se formou um longo congestionamento. Nessa “brincadeira” ficamos parados por 3h. Depois disso foi tudo normal até a chegada a Brasília.

A morte da educação pública
Chegamos a Brasília por volta de 12h e 30min e desembarcamos em frente ao Congresso Nacional. Seguimos então para o Ministério da Educação e Cultura (MEC) e lá acontecia à primeira manifestação do dia, a pequena.

Depois do almoço, todos reunidos em frente à Catedral, recebemos informações de como seria a manifestação. Instruções recebidas, fomos à luta.


A primeira parte do protesto foi uma “marcha fúnebre” até o gramado do Congresso. Fomos caminhando com faixas com os dizeres: “Pela falta de negociação, morreu a educação” e cartazes com “10% do PIB pra educação”. Diversas cruzes e balões pretos também fizeram parte da manifestação.

Chegamos a frente ao Congresso e soltamos os balões e logo em seguida fincamos as cruzes no gramado. Foi decretada a morte da educação pública.




Da frente do Planalto, não saímos!
Deixamos as cruzes lá no gramado do Congresso e saímos em passeata novamente. Passamos pelo STF e pela Praça dos Três Poderes e sentamos no asfalto em frente ao Palácio do Planalto, e só sairíamos de lá se alguém do Palácio viesse negociar.

Ficamos ali sentados muito tempo, gritos de guerra de todos os tipos foram ouvidos e o Hino Nacional cantando duas vezes, foi lindo de se vê/ouvir. Mesmo o indicativo de chuva não afastou os manifestantes.







Depois de duas horas de manifestação, finalmente o anúncio de que oito pessoas do Comando Nacional de Greve iriam entrar no Palácio em uma reunião. Foi uma vitória da guerra.

Liberamos a avenida e seguimos de volta para casa.

Conclusões 

A volta aconteceu tudo tranquilamente, sem contra tempos e tudo na normalidade, graças a Deus.

Pude ver nesse protesto que a juventude estudantil brasileira ainda é forte e pode conseguir muitas coisas em prol da população, só falta força de vontade. Foram umas 400 pessoas na manifestação, mas poderia ser muito mais.

Todos que foram estão de parabéns! Saíram de seus estados, viajaram mais de um dia, enfrentaram dificuldades, mas mesmo assim estavam ali com disposição e vontade, pois, quem falou que vida de revolucionário é fácil?